EMPRESAS

Como actuar

Escrito por WebMaster ligado .

Se quer recuperar a sua empresa, tem que escolher e optar por fazer as coisas certas para sua concretização.

Numa primeira instância, deve tentar resolver o problema sozinho negociando com os seus credores.  Se não conseguir, pelos mais variados motivos, deve ter cuidado ao recorrer a empresas de consultadoria financeira e consultórios de endividamento pois uns prometem com reduzir  pagamentos mensais para metade do montante outros  prometem perdões de dividas quer actuando directamente como através de advogados.

A primeira coisa a ser feita é identificar os fatores críticos de fracasso. Pois a a insolvência não é resultado de circunstâncias imprevistas ou ações inevitáveis, mas, antes de tudo, é conseqüência da má administração e de decisões econômicas incorretas, afirma.

Recuperação

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O que devem, então, fazer as empresas que se encontram nesta situação? Que soluções existem e o que diz a experiência de quem já passou ou está a passar por um processo deste tipo?

Quando questionados sobre quais as suas principais preocupações relacionadas com o risco da sua actividade empresarial, muitos empresários apontam a insolvência e a perda de bens pessoais. Numa época de crise económica e financeira, e avaliando o testemunho dos empresários, estas preocupações continuam no topo da lista. Tanto mais que os dados mostram que o número de empresas a enfrentar processos de insolvência tem estado a aumentar.

O devedor que está impossibilitado de cumprir as suas obrigações vencidas pode encontrar-se em situação de “insolvência” como descrita no art.º 3º do Código da Insolvência e da Recuperação de Empresas - CIRE ”. Uma vez verificada essa situação, recai sobre a empresa (gerentes e administradores) o ónus de se apresentarem à insolvência no prazo de 60 dias a contar da data do conhecimento.

Consequências

Escrito por WebMaster ligado .

As regras da supervisão implicam que um crédito em incumprimento há 90 dias tenha de ser provisionado, o que se traduz num custo para as instituições financeiras. Além deste custo, se o incumprimento se mantiver há que tomar medidas.

Uma delas - quando o cliente manifesta total incapacidade de pagar -, passa pela entrega de bens (dação para pagamento do empréstimo) ou negociação da divida existente. Em regra, os bancos chamam o gerentes para transformar determiando tipo de  empréstimo, ex. contas caucionadas, em empréstimos pessoais ou outra forma de contrato com o fortalecimento das garantias (em regra dos sócios e gerentes).

Como é sabido, quando a empresa começa a entrar em derrapagem (seja qual for a forma societária que assuma) os bancos exigem o reforço das garantias. Aqui, surge a figura do Aval, enquanto Garantia dada por uma terceira pessoa ou entidade ao credor de um crédito concedido.