EMPRESAS

A Banca que nos restou

Escrito por webmaster ligado .

A CGD é agora o único banco controlado por portugueses. Depois da energia e das telecomunicações foi a vez da banca ser vendida. Também assim evitamos mais austeridade.

Os avisos foram feitos a tempo de se evitar o que tem acontecido nos últimos mais de cinco anos. A banca privada deixou de ter accionistas portugueses de peso, as telecomunicações pertencem a franceses e angolanos, a electricidade a chineses ou espanhóis, o gás e combustíveis parcialmente nas mãos de angolanos. É mais um dos vários efeitos da dívida, que o país foi acumulando, desde que começou a viver dos rendimentos esperados no futuro que, afinal, não aumentaram o suficiente para pagar os créditos.

O entusiasmo dos empresários portugueses pela banca em finais do século XX esfumou-se. Esta foi a semana em que desapareceram os banqueiros portugueses e o sistema financeiro passou a ser controlado por empresários de Espanha, Angola e China. O caso mais simbólico é o do BPI, que passará a ter um presidente executivo de origem espanhola, o que não acontece nem com o SantanderTotta – liderado por António Vieira Monteiro.

Dia 8 de Fevereiro de 2016 o catalão CaixaBank passou a deter quase 85% do capital e dos direitos de voto do BPI. A angolana Isabel dos Santos que, através da Santoro, era a segunda e mais importante accionista, vendeu.

Estatísticas de Insolvências 2017

Escrito por webmaster ligado .

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Dados da Racius: Estatísticas de Insolvências de Empresas - 2017, por distritos e por actividades por distritos e por sectores. O número de insolvências em Portugal, monotorizado pela Racius, continua a relevar uma tendência de falências significativas no nosso país.

Sendo que, do total dos processos, Lisboa aparece em primeiro lugar com 263 processos logo seguida do Porto com 182.

Tal como em anos anteriores, os numeros por distritos e sectores são similares, sendo as grandes capitais, aquelas onde existemn mais processos de insolvência (Braga e Setubal nos lugares de destaque dos distritos com mais processos).

Insolvências desceram 33%

Escrito por Vanda Jacob ligado .

Insolvências desceram 33% em 2014

O número de insolvências em Portugal desceu 33% em 2014, face ao ano anterior, para um total de 4.019 casos, indicam os dados divulgados esta segunda-feira em comunicado pela Cosec. O sector da construção continuou a registar o maior número de insolvências, com 27% dos casos, embora menos 29% do que em 2013. É o que revela a análise anual realizada pela Companhia de Seguro de Créditos (Cosec).

No que respeita aos distritos, destacam-se Lisboa e o Porto, respectivamente com 24,3% (975) e 22,5% (903) das situações de insolvência ocorridas no ano passado, indica a Cosec. Enquanto em Lisboa se deu uma descida de 30% no número de casos, em termos homólogos, no Porto diminuíram 34%.

Por outro lado, das insolvências registadas, cerca de 68% dizem respeito a microempresas e outros 10% a empresários em nome individual. "O segundo semestre foi caracterizado por algumas dificuldades no registo e obtenção dos dados estatísticos que são centralmente publicitados no Citius, o que afectou os valores registados", admite também a Cosec, que considera, todavia, que isso "não contraria a tendência de quebra verificada".

"A análise dos dados de 2014 confirma as nossas expectativas de melhoria deste indicador em Portugal", afirma a administradora da Cosec, uma empresa de concessão de crédito, Berta Dias da Cunha, citada no comunicado, que considera que as empresas "estão a conseguir encontrar formas de se diferenciarem e de se destacaram num mercado competitivo".