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A banca que nos restou

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Os avisos foram feitos a tempo de se evitar o que tem acontecido nos últimos mais de cinco anos. A banca privada deixou de ter accionistas portugueses de peso, as telecomunicações pertencem a franceses e angolanos, a electricidade a chineses ou espanhóis, o gás e combustíveis parcialmente nas mãos de angolanos.

É mais um dos vários efeitos da dívida, que o país foi acumulando, desde que começou a viver dos rendimentos esperados no futuro que, afinal, não aumentaram o suficiente para pagar os créditos.

O entusiasmo dos empresários portugueses pela banca em finais do século XX esfumou-se. Esta foi a semana em que desapareceram os banqueiros portugueses e o sistema financeiro passou a ser controlado por empresários de Espanha, Angola e China. O caso mais simbólico é o do BPI, que passará a ter um presidente executivo de origem espanhola, o que não acontece nem com o SantanderTotta – liderado por António Vieira Monteiro.

Dia 8 de Fevereiro de 2016 o catalão CaixaBank passou a deter quase 85% do capital e dos direitos de voto do BPI. A angolana Isabel dos Santos que, através da Santoro, era a segunda e mais importante accionista, vendeu. Depois de uma longa batalha com os catalães.

Endividamento desce 900 milhões em novembro

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O endividamento do setor não financeiro, ou seja, das empresas, caiu 900 milhões de euros em novembro face ao mês anterior, totalizando 717,2 mil milhões de euros, devido à redução do financiamento externo, revelam os dados divulgados pelo Banco de Portugal. Segundo as estatísticas do banco central, do total do endividamento mais de metade era do setor privado: 408 mil milhões de euros, com o setor público a registar um endividamento de 309,2 milhões de euros.

Fonte: dinheirovivo.pt